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Publicado em: 05/10/2022

Instituído segundo Conselho Missionário da Diocese

Grupo da Nossa Senhora de Fátima tem 17 integrantes

 
A bênção e o envio aconteceram no sábado A bênção e o envio aconteceram no sábado | Crédito: Maria Rita Lacerda/Paróquia Nossa Senhora de Fátima

     A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da Vila Cipa, em Ponta Grossa, é a primeira comunidade na Diocese a contar com um Conselho Missionário Paroquial (Comipa). São 17 membros, oriundos das capelas da paróquia, que receberam a bênção e foram enviados no último sábado (1º), em uma celebração na matriz. Integram o Conselho o pároco, padre Edemar de Souza, diácono Pedro Lang (coordenador), Irmã Matilde Sacardo (Servas do Espírito Santo), Lenir Rocha da Silva, Mirian Rocha, Gisele Rocha, Fábio Santos Rocha, Marcia Meller, Maria Conceição Valentim, Justo Justos, Ieda Clara Stremel, Maria Aparecida da Silva Lima, Jussara Mendes, Francisco Rosa, Ricardo Gaspar, Thifany Aparecida e João Müller. 


     O mandado do grupo é de três anos. Da Diocese de Ponta Grossa, o Conselho é o segundo organizado e que teve os seus integrantes enviados, informou a coordenadora do Conselho Missionário Diocesano (Comidi), irmã Hermelinda Ruschel.  “Ventania já tem, já foi apresentado na comunidade”, acrescentou a coordenadora, referindo-se a Paróquia São Roque, onde o Conselho Missionário Paroquial conta com 25 membros . No último dia 25, os animadores receberam a unção com óleo, água benta e a cruz missionária. A bênção e envio dos integrantes do Comipa da Nossa Senhora de Fátima ocorreram no final da missa das 19h30 de sábado, celebrada pelos padres Edemar, José Amilton Gomes dos Santos e diácono Pedro Lang. A igreja estava decorada com motivos missionários, com o globo terrestre, bandeiras nas cores dos continentes, banner com o tema do Ano Jubilar Missionário - ‘A Igreja é Missão’ e o lema ‘Sereis minhas testemunhas’ (At 1,8) – painel sobre o Sínodo e uma imagem de Santa Teresinha, padroeira das missões.


     Padre Edemar falou do dia de Santa Teresinha e da abertura do mês missionário e do rosário. Também citou a bênção e o envio do Comipa, dando as boas-vindas a coordenadora diocesana do Comidi e visitantes das demais comunidades. “O mês de outubro é muito especial, se reveste de um sentido maior ainda com a Igreja vivendo esse tempo de preparação ao Sínodo, nesse caminhar junto na participação, comunhão e missão. É preciso testemunhar o Evangelho e reavivar o dom recebido no Batismo. Hoje, dia de Santa Teresinha, que abdicou de sua vida e optou pelo amor de Cristo. Ela que aos 24 anos deixou o mundo e, mesmo não saindo do convento, ao lado de São Francisco Xavier, é a padroeira da missão porque viveu o amor onde estava. Por isso, todos somos primeiramente discípulos missionários porque temos Jesus como único mestre e é dele que aprendemos como viver a vida, como servir, como amar”, ressaltou.


     Ao falar da abertura ao Mês Missionário, o pároco lembrou o tema deste ano dizendo que a Igreja não é local de buscar o que se deseja, de encontrar um g rupo de amigos ou uma obra filantrópica. Igreja é missão, é evangelização, é missionária. “Ide pelo mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. Deus nunca abandonou a igreja. Suscitou homens e mulheres para renovar a Igreja. O Papa pediu uma Igreja missionária, periférica, para irmos atrás do povo, sentir o cheiro das ovelhas. Ao longo desse mês, em comunhão com a Igreja universal e a Diocese queremos viver essa missão. Todos os batizados são chamados a atender essa missão. Com a força do Espírito Santo. Eu que sou cristão, sou chamado a ser sal da terra e luz do mundo, ser missionário. Fiz o que deveria fazer. A mim, a padre José Amilton, como consagrados, fazemos o que nos compete, com amor, sem esperar recompensa dos homens porque Deus dará a recompensa. Que possamos ter um mês abençoado”, afirmou. 


     Irmã Hermelinda parabenizou a paróquia por ser a primeira a ter o conselho missionário formado. Explicou o funcionamento do âmbito missionário na Igreja do Brasil, citando a divisão em Conselho Missionário Nacional, Conselho Missionário Regional, Conselho Missionário Diocesano e Conselho Missionário Paroquial e Grupos Missionários das Comunidades. “É uma alegria para a nossa equipe o que está acontecendo aqui hoje. Para mim, para o diácono Pedro Lang, para Sueli Guimarães, coordenadora da Infância e Adolescência Missionário e para os dois seminaristas que compõem o Comidi”, enfatizou. Segundo a coordenadora, as orientações que vem do nacional passam pelo regional, pelo diocesano e terminam, aqui na Diocese, no Grupo de Animação Missionária. “Na nossa Diocese, há um vácuo. A comunicação do nacional com as comunidades paroquias está deficitária. Por isso precisamos nos organizar”, orientou.


     “Existe um dom em nós que está adormecido. Qual será? A Igreja é missão. Mas, quem é a Igreja? Nós todos somos Igreja. Onde está um batizado, ali está a igreja. Você é missão porque é Igreja. Não podemos fugir dessa realidade. E preciso viver minha vocação missionária como batizado. São Paulo já dizia: ai de mim se eu não evangelizar. Às vezes, me assusto com esse versículo bíblico. Onde você estiver, você é missionário: os doentes, as crianças, os adultos, os jovens, os casais, o Papa. Onde eu estiver, fazendo o bem que eu aprendi com Jesus, que foi o mestre, e transmito com a minha vida ou então pela Palavra”, acrescentou. De acordo com religiosa, o Conselho Missionário Paroquial vai articular a dinâmica missionária da paróquia. “A missão se faz pela oração daqueles rezam, pelas mãos daqueles que partilham, pelos pés daqueles que partem e pelo coração daqueles que amam”, resumiu, lembrando as missões em Quebo, na Guiné Bissau, e na Prelazia de Lábrea (AM), onde estão religiosas e jovens do Paraná e padres e diáconos da Diocese de Ponta Grossa, respectivamente.  


     A coordenadora diocesana da Infância e Adolescência Missionária, Sueli Guimarães, comentou que na Capela Nossa Senhora da Luz - da Paróquia Nossa Senhora de Fátima - existe um grupo de crianças missionárias, que se reúne desde antes da pandemia e que manteve seus encontros no formato online. Sueli contou que são os próprios integrantes que fazem os encontros, assessorados por uma coordenadora e convidou quem quiser fazer parte. As crianças podem participar a partir dos quatro anos, já que ficam acompanhados dos pais. “Uma das atividades do Comipa será montar esses grupos. É criança que evangeliza criança, adolescente que evangeliza adolescente e prosseguem depois na Juventude Missionária”, explicou.


 


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Publicado em: 05/10/2022

Instituído segundo Conselho Missionário da Diocese

Grupo da Nossa Senhora de Fátima tem 17 integrantes

 

     A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da Vila Cipa, em Ponta Grossa, é a primeira comunidade na Diocese a contar com um Conselho Missionário Paroquial (Comipa). São 17 membros, oriundos das capelas da paróquia, que receberam a bênção e foram enviados no último sábado (1º), em uma celebração na matriz. Integram o Conselho o pároco, padre Edemar de Souza, diácono Pedro Lang (coordenador), Irmã Matilde Sacardo (Servas do Espírito Santo), Lenir Rocha da Silva, Mirian Rocha, Gisele Rocha, Fábio Santos Rocha, Marcia Meller, Maria Conceição Valentim, Justo Justos, Ieda Clara Stremel, Maria Aparecida da Silva Lima, Jussara Mendes, Francisco Rosa, Ricardo Gaspar, Thifany Aparecida e João Müller. 


     O mandado do grupo é de três anos. Da Diocese de Ponta Grossa, o Conselho é o segundo organizado e que teve os seus integrantes enviados, informou a coordenadora do Conselho Missionário Diocesano (Comidi), irmã Hermelinda Ruschel.  “Ventania já tem, já foi apresentado na comunidade”, acrescentou a coordenadora, referindo-se a Paróquia São Roque, onde o Conselho Missionário Paroquial conta com 25 membros . No último dia 25, os animadores receberam a unção com óleo, água benta e a cruz missionária. A bênção e envio dos integrantes do Comipa da Nossa Senhora de Fátima ocorreram no final da missa das 19h30 de sábado, celebrada pelos padres Edemar, José Amilton Gomes dos Santos e diácono Pedro Lang. A igreja estava decorada com motivos missionários, com o globo terrestre, bandeiras nas cores dos continentes, banner com o tema do Ano Jubilar Missionário - ‘A Igreja é Missão’ e o lema ‘Sereis minhas testemunhas’ (At 1,8) – painel sobre o Sínodo e uma imagem de Santa Teresinha, padroeira das missões.


     Padre Edemar falou do dia de Santa Teresinha e da abertura do mês missionário e do rosário. Também citou a bênção e o envio do Comipa, dando as boas-vindas a coordenadora diocesana do Comidi e visitantes das demais comunidades. “O mês de outubro é muito especial, se reveste de um sentido maior ainda com a Igreja vivendo esse tempo de preparação ao Sínodo, nesse caminhar junto na participação, comunhão e missão. É preciso testemunhar o Evangelho e reavivar o dom recebido no Batismo. Hoje, dia de Santa Teresinha, que abdicou de sua vida e optou pelo amor de Cristo. Ela que aos 24 anos deixou o mundo e, mesmo não saindo do convento, ao lado de São Francisco Xavier, é a padroeira da missão porque viveu o amor onde estava. Por isso, todos somos primeiramente discípulos missionários porque temos Jesus como único mestre e é dele que aprendemos como viver a vida, como servir, como amar”, ressaltou.


     Ao falar da abertura ao Mês Missionário, o pároco lembrou o tema deste ano dizendo que a Igreja não é local de buscar o que se deseja, de encontrar um g rupo de amigos ou uma obra filantrópica. Igreja é missão, é evangelização, é missionária. “Ide pelo mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. Deus nunca abandonou a igreja. Suscitou homens e mulheres para renovar a Igreja. O Papa pediu uma Igreja missionária, periférica, para irmos atrás do povo, sentir o cheiro das ovelhas. Ao longo desse mês, em comunhão com a Igreja universal e a Diocese queremos viver essa missão. Todos os batizados são chamados a atender essa missão. Com a força do Espírito Santo. Eu que sou cristão, sou chamado a ser sal da terra e luz do mundo, ser missionário. Fiz o que deveria fazer. A mim, a padre José Amilton, como consagrados, fazemos o que nos compete, com amor, sem esperar recompensa dos homens porque Deus dará a recompensa. Que possamos ter um mês abençoado”, afirmou. 


     Irmã Hermelinda parabenizou a paróquia por ser a primeira a ter o conselho missionário formado. Explicou o funcionamento do âmbito missionário na Igreja do Brasil, citando a divisão em Conselho Missionário Nacional, Conselho Missionário Regional, Conselho Missionário Diocesano e Conselho Missionário Paroquial e Grupos Missionários das Comunidades. “É uma alegria para a nossa equipe o que está acontecendo aqui hoje. Para mim, para o diácono Pedro Lang, para Sueli Guimarães, coordenadora da Infância e Adolescência Missionário e para os dois seminaristas que compõem o Comidi”, enfatizou. Segundo a coordenadora, as orientações que vem do nacional passam pelo regional, pelo diocesano e terminam, aqui na Diocese, no Grupo de Animação Missionária. “Na nossa Diocese, há um vácuo. A comunicação do nacional com as comunidades paroquias está deficitária. Por isso precisamos nos organizar”, orientou.


     “Existe um dom em nós que está adormecido. Qual será? A Igreja é missão. Mas, quem é a Igreja? Nós todos somos Igreja. Onde está um batizado, ali está a igreja. Você é missão porque é Igreja. Não podemos fugir dessa realidade. E preciso viver minha vocação missionária como batizado. São Paulo já dizia: ai de mim se eu não evangelizar. Às vezes, me assusto com esse versículo bíblico. Onde você estiver, você é missionário: os doentes, as crianças, os adultos, os jovens, os casais, o Papa. Onde eu estiver, fazendo o bem que eu aprendi com Jesus, que foi o mestre, e transmito com a minha vida ou então pela Palavra”, acrescentou. De acordo com religiosa, o Conselho Missionário Paroquial vai articular a dinâmica missionária da paróquia. “A missão se faz pela oração daqueles rezam, pelas mãos daqueles que partilham, pelos pés daqueles que partem e pelo coração daqueles que amam”, resumiu, lembrando as missões em Quebo, na Guiné Bissau, e na Prelazia de Lábrea (AM), onde estão religiosas e jovens do Paraná e padres e diáconos da Diocese de Ponta Grossa, respectivamente.  


     A coordenadora diocesana da Infância e Adolescência Missionária, Sueli Guimarães, comentou que na Capela Nossa Senhora da Luz - da Paróquia Nossa Senhora de Fátima - existe um grupo de crianças missionárias, que se reúne desde antes da pandemia e que manteve seus encontros no formato online. Sueli contou que são os próprios integrantes que fazem os encontros, assessorados por uma coordenadora e convidou quem quiser fazer parte. As crianças podem participar a partir dos quatro anos, já que ficam acompanhados dos pais. “Uma das atividades do Comipa será montar esses grupos. É criança que evangeliza criança, adolescente que evangeliza adolescente e prosseguem depois na Juventude Missionária”, explicou.


 


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A bênção e o envio aconteceram no sábado   |   Maria Rita Lacerda/Paróquia Nossa Senhora de Fátima

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Padre Edemar, ao lado do padre José Amilton, diácono Pedro e irmã Hermelinda explicando os símbolos missionários   |   Maria Rita Lacerda/Paróquia Nossa Senhora de Fátima

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Nem todos os integrantes do Conselho participaram do envio   |   Maria Rita Lacerda/Paróquia Nossa Senhora de Fátima

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Irmã Hermelinda e Sueli explicaram a ação missionária na Diocese   |   Maria Rita Lacerda/Paróquia Nossa Senhora de Fátima

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Na decoração da igreja, os elementos do Sínodo e Santa Teresinha   |   Maria Rita Lacerda/Paróquia Nossa Senhora de Fátima

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O tema do Ano Jubilar Missionário: Igreja é Missão   |   Maria Rita Lacerda/Paróquia Nossa Senhora de Fátima


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