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Publicado em: 11/05/2021

Cáritas arrecada 771 quilos de alimento

Mutirão contra a fome aconteceu sábado

 
A sede da Cáritas, que existe há 14 anos em Ponta Grossa, ficou lotada de alimentos A sede da Cáritas, que existe há 14 anos em Ponta Grossa, ficou lotada de alimentos | Crédito: Ana Paula Andrade/Assessoria Cáritas Diocesana

     As prioridades para a atuação da Cáritas em 2021 têm como foco a sustentabilidade, o meio ambiente, a gestão de riscos e emergências, o voluntariado e a economia popular solidária. Pelo menos duas destas prioridades foram especialmente observadas neste sábado (8), durante o mutirão da Campanha Juntos contra a Fome, que recebeu alimentos não perecíveis: a gestão de riscos e emergências e o voluntariado.

     As doações de comida (feijão, arroz, açúcar, farinha de trigo, fubá, leite, óleo, sal, bolacha, farinha de milho, macarrão, ovos, entre outros itens) totalizaram 771 quilos. Entre cestas montadas, o saldo chegou a 340 quilos de alimentos. Só leite, foram arrecadados 153 litros. Toda essa comida será repassada a migrantes atendidos pela Cáritas Diocesana de Ponta Grossa, que estiverem em situação de vulnerabilidade social, além de ser distribuída a paróquias, entidades e a famílias cadastradas. “As pessoas abriram seus corações, doaram e isso é muito bom. A gente perceber a generosidade das pessoas, mesmo nesse momento difícil”, comentava o presidente da Cáritas, Gilson Camilo da Silva.

     Famílias inteiras foram até a Cáritas, inclusive com crianças. “As crianças chegavam trazendo os alimentos, especialmente doces, bolachas, balas, achocolatados, coisas para crianças, que não constam nas cestas básicas. O morador de uma chácara, que disse não ter dinheiro para comprar alimentos no mercado, trouxe coisas que ele mesmo cultiva, como banana, alface, abóbora, verduras, legumes. Outros levaram doações porque diziam conhecer o trabalho da Cáritas”, contou a auxiliar administrativo Ana Paula Andrade.

     As campanhas de arrecadação de alimentos e de kits de higiene e limpeza acontecem desde o ano passado, quando a Cáritas atendeu ao chamado da Igreja para intensificar sua missão de cuidar, promovendo ações emergenciais para minimizar os efeitos sociais da pandemia do Coronavírus.

     . E um dos destaques do sábado de mutirão foi o grande número de pessoas que procurou a entidade para saber mais sobre sua estrutura, seu funcionamento e suas necessidades. “O que precisamos é de gente para pensar e executar as ações. Precisamos de mais voluntários para ajudar no (Programa) ‘Nota Paraná’, na arrecadação de óleo de cozinha usado...”, destacou Ana Paula, citando que muita gente perguntou que tipo de trabalho é feito junto aos migrantes, por exemplo. “Umas professoras se ofereceram para desenvolver projetos específicos, com eles”, acrescentou.

     A defesa e promoção da vida, e, o protagonismo das pessoas em situação de vulnerabilidade são princípios da Cáritas, concretizados também por intermédio da ação voluntária. O atendimento para regularização migratória, que conta com a assessoria gratuita de uma advogada, faz solicitações de autorização de residência, de refúgio, a renovação dessas solicitações, pedidos de naturalização, de CPF e de emissão de carteiras de trabalho. Ano passado, 1.024 pessoas procuraram a entidade e 1.524 procedimentos foram encaminhados.


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Publicado em: 11/05/2021

Cáritas arrecada 771 quilos de alimento

Mutirão contra a fome aconteceu sábado

 

     As prioridades para a atuação da Cáritas em 2021 têm como foco a sustentabilidade, o meio ambiente, a gestão de riscos e emergências, o voluntariado e a economia popular solidária. Pelo menos duas destas prioridades foram especialmente observadas neste sábado (8), durante o mutirão da Campanha Juntos contra a Fome, que recebeu alimentos não perecíveis: a gestão de riscos e emergências e o voluntariado.

     As doações de comida (feijão, arroz, açúcar, farinha de trigo, fubá, leite, óleo, sal, bolacha, farinha de milho, macarrão, ovos, entre outros itens) totalizaram 771 quilos. Entre cestas montadas, o saldo chegou a 340 quilos de alimentos. Só leite, foram arrecadados 153 litros. Toda essa comida será repassada a migrantes atendidos pela Cáritas Diocesana de Ponta Grossa, que estiverem em situação de vulnerabilidade social, além de ser distribuída a paróquias, entidades e a famílias cadastradas. “As pessoas abriram seus corações, doaram e isso é muito bom. A gente perceber a generosidade das pessoas, mesmo nesse momento difícil”, comentava o presidente da Cáritas, Gilson Camilo da Silva.

     Famílias inteiras foram até a Cáritas, inclusive com crianças. “As crianças chegavam trazendo os alimentos, especialmente doces, bolachas, balas, achocolatados, coisas para crianças, que não constam nas cestas básicas. O morador de uma chácara, que disse não ter dinheiro para comprar alimentos no mercado, trouxe coisas que ele mesmo cultiva, como banana, alface, abóbora, verduras, legumes. Outros levaram doações porque diziam conhecer o trabalho da Cáritas”, contou a auxiliar administrativo Ana Paula Andrade.

     As campanhas de arrecadação de alimentos e de kits de higiene e limpeza acontecem desde o ano passado, quando a Cáritas atendeu ao chamado da Igreja para intensificar sua missão de cuidar, promovendo ações emergenciais para minimizar os efeitos sociais da pandemia do Coronavírus.

     . E um dos destaques do sábado de mutirão foi o grande número de pessoas que procurou a entidade para saber mais sobre sua estrutura, seu funcionamento e suas necessidades. “O que precisamos é de gente para pensar e executar as ações. Precisamos de mais voluntários para ajudar no (Programa) ‘Nota Paraná’, na arrecadação de óleo de cozinha usado...”, destacou Ana Paula, citando que muita gente perguntou que tipo de trabalho é feito junto aos migrantes, por exemplo. “Umas professoras se ofereceram para desenvolver projetos específicos, com eles”, acrescentou.

     A defesa e promoção da vida, e, o protagonismo das pessoas em situação de vulnerabilidade são princípios da Cáritas, concretizados também por intermédio da ação voluntária. O atendimento para regularização migratória, que conta com a assessoria gratuita de uma advogada, faz solicitações de autorização de residência, de refúgio, a renovação dessas solicitações, pedidos de naturalização, de CPF e de emissão de carteiras de trabalho. Ano passado, 1.024 pessoas procuraram a entidade e 1.524 procedimentos foram encaminhados.


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A sede da Cáritas, que existe há 14 anos em Ponta Grossa, ficou lotada de alimentos   |   Ana Paula Andrade/Assessoria Cáritas Diocesana

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Muita gente preferiu doar cestas básicas   |   Ana Paula Andrade/Assessoria Cáritas Diocesana

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Ano passado, 1.024 migrantes procuraram a entidade   |   Ana Paula Andrade/Assessoria Cáritas Diocesana


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