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Publicado em: 04/11/2021

Sínodo: Ivaí recebe lideranças do Setor 6

Imbituva e Guamiranga também estiveram representados

 
Participaram sete lideranças de Ivaí, sete de Imbituva e 21 de Guamiranga Participaram sete lideranças de Ivaí, sete de Imbituva e 21 de Guamiranga | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

     “O Sínodo foi um desejo colocado por Deus no coração do Papa, um processo bonito no qual o Papa Francisco quer nos envolver”. Com essa frase o padre Kleber Pacheco iniciou o encontro de ontem (3), com as lideranças das paróquias Cristo Rei, Santo Antônio e Menino Jesus, que integram o Setor 6 da Diocese de Ponta Grossa e vieram saber mais sobre o Sínodo 2023. Ao falar do tema - ‘por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão’ – padre Joel Nalepa destacou se tratar de uma proposta muito interessante para a Igreja da pós-pandemia.


     Os dois sacerdotes compõem a equipe diocesana de preparação do Sínodo, grupo convidado pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi e que conta ainda com Flávia Carla Nascimento e padres Alvaro Martins Nortok e Evandro Luis Braun. Padre Kleber, assessor da Pastoral Vocacional e do Setor Juventude, conduziu a oração da dezena do Rosário pelas vocações e a Oração do Sínodo, falando, em seguida das motivações, significado e objetivos do processo sinodal. “Sínodo é uma palavra grega “syn-hodos’, que quer dizer ‘fazer juntos o caminho’ ou ‘caminhar juntos’. Por isso é importante nos ouvirmos para continuarmos caminhando juntos. Vamos saber quais as alegrais, quais os desafios, as dificuldades. É um momento muito rico e todos somos chamados a nos envolver”, sugeriu.


     Padre Kleber citou as demandas do dia-a-dia como fator de distanciamento. A sensação de autossuficiência como motivo da não convivência. “Somos absorvidos pelo que temos que fazer em nossa pastoral, nosso movimento, que acabamos nos afastando dos demais. É justamente para isso que o Sínodo vem nos alertar: que cada um, com seu dom, tem que fazer junto com o outro. É preciso resgatar a caminhada do Povo de Deus, que vem se perdendo. Caminhar junto é o que Deus quer de nós. Deus nos livre de cairmos na divisão. E o Sínodo é uma oportunidade de superar essa tentação”, alertou, afirmando que o momento é de superar as dificuldades, respeitando as diferenças. “Foi assim que a Paróquia Cristo Rei chegou aos 100 anos. Porque caminhou junto. Muita gente, diferente, se uniu e trabalhou por ela”, exemplificou.


      O padre explicou os três momentos principais desse processo sinodal, citando especialmente que é preciso ‘acolher’, estar de braços e coração abertos; escutar, sem julgar e sem a preocupação de responder e sem pedars na mão, sem ficar se defendendo. “Vamos nos reunir, conversar, criar um ambiente gostoso, com muita oração, música, partilha. Será o início de uma comunhão real para a construção do Reino de Deus. Não só um exercício, mas uma ajuda para levar o Reino a todos”, enfatizou.


     Padre Joel, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, esclareceu sobre as etapas do Sínodo 2023 e as datas da fase diocesana, destacando que dia 26 de fevereiro se encerra o processo de escuta nas paróquias da Diocese. “É muito importante que as lideranças se mobilizem, de todas as pastorais, movimentos, organismos e associações da paróquia. Vocês deverão se reunir em pequenos grupos, rezar, refletir. Essa fase diocesana é uma oportunidade para as pessoas se encontrarem, experimentarem e viverem juntos o caminho sinodal, descobrindo ou desenvolvendo instrumentos e caminhos mais adequados ao seu contexto local. É preciso ser sinodal durante o processo, mas também depois dele. Que, a partir do saber sobre como estão vendo a Igreja, possamos ser ainda mais atuantes”, sugeriu.


      O assessor leu, então, as perguntas originais constantes do Vademecum e as questões formuladas pela equipe diocesana e entregues aos integrantes das comissões pastorais, comparando-as, detalhando seus significados e apontando pistas de como os questionamentos podem ser abordados nos grupos, nas comunidades. “Lembro que não só o conselho e lideranças podem participar dessa consulta, mas pessoas que vêm à Igreja, mas não participam de pastorais ou movimentos e pessoas de fora, como representantes da sociedade civil. Todos podem contribuir”, ressaltou. Padre Joel explicou que o Vademecum é um manual elaborado pela Secretaria Geral do Sínodo, que oferece apoio prático às pessoas envolvidas no processo. Uma cópia do Vademecum e o documento preparatório foi entregue às lideranças, ontem. Elas foram orientadas a ler e a multiplicar o material nas comunidades.


     Participam dos encontros nos Setores os coordenadores dos Conselhos de Pastoral Paroquial (CPP) e Conselhos de Pastoral da Comunidade (CPC), diáconos, catequistas, religiosos, integrantes da Liturgia e de grupos de jovens. Ainda serão realizadas duas reuniões pela equipe diocesana. Nesta quinta-feira (4), na Paróquia Nossa Senhora da Luz, em Irati, envolvendo as paróquias locais e de Fernandes Pinheiro e Teixeira Soares, e, dia 8, às 19h30, com representantes do Setor 8, na Paróquia São José, de Imbaú.


 


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Publicado em: 04/11/2021

Sínodo: Ivaí recebe lideranças do Setor 6

Imbituva e Guamiranga também estiveram representados

 

     “O Sínodo foi um desejo colocado por Deus no coração do Papa, um processo bonito no qual o Papa Francisco quer nos envolver”. Com essa frase o padre Kleber Pacheco iniciou o encontro de ontem (3), com as lideranças das paróquias Cristo Rei, Santo Antônio e Menino Jesus, que integram o Setor 6 da Diocese de Ponta Grossa e vieram saber mais sobre o Sínodo 2023. Ao falar do tema - ‘por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão’ – padre Joel Nalepa destacou se tratar de uma proposta muito interessante para a Igreja da pós-pandemia.


     Os dois sacerdotes compõem a equipe diocesana de preparação do Sínodo, grupo convidado pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi e que conta ainda com Flávia Carla Nascimento e padres Alvaro Martins Nortok e Evandro Luis Braun. Padre Kleber, assessor da Pastoral Vocacional e do Setor Juventude, conduziu a oração da dezena do Rosário pelas vocações e a Oração do Sínodo, falando, em seguida das motivações, significado e objetivos do processo sinodal. “Sínodo é uma palavra grega “syn-hodos’, que quer dizer ‘fazer juntos o caminho’ ou ‘caminhar juntos’. Por isso é importante nos ouvirmos para continuarmos caminhando juntos. Vamos saber quais as alegrais, quais os desafios, as dificuldades. É um momento muito rico e todos somos chamados a nos envolver”, sugeriu.


     Padre Kleber citou as demandas do dia-a-dia como fator de distanciamento. A sensação de autossuficiência como motivo da não convivência. “Somos absorvidos pelo que temos que fazer em nossa pastoral, nosso movimento, que acabamos nos afastando dos demais. É justamente para isso que o Sínodo vem nos alertar: que cada um, com seu dom, tem que fazer junto com o outro. É preciso resgatar a caminhada do Povo de Deus, que vem se perdendo. Caminhar junto é o que Deus quer de nós. Deus nos livre de cairmos na divisão. E o Sínodo é uma oportunidade de superar essa tentação”, alertou, afirmando que o momento é de superar as dificuldades, respeitando as diferenças. “Foi assim que a Paróquia Cristo Rei chegou aos 100 anos. Porque caminhou junto. Muita gente, diferente, se uniu e trabalhou por ela”, exemplificou.


      O padre explicou os três momentos principais desse processo sinodal, citando especialmente que é preciso ‘acolher’, estar de braços e coração abertos; escutar, sem julgar e sem a preocupação de responder e sem pedars na mão, sem ficar se defendendo. “Vamos nos reunir, conversar, criar um ambiente gostoso, com muita oração, música, partilha. Será o início de uma comunhão real para a construção do Reino de Deus. Não só um exercício, mas uma ajuda para levar o Reino a todos”, enfatizou.


     Padre Joel, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, esclareceu sobre as etapas do Sínodo 2023 e as datas da fase diocesana, destacando que dia 26 de fevereiro se encerra o processo de escuta nas paróquias da Diocese. “É muito importante que as lideranças se mobilizem, de todas as pastorais, movimentos, organismos e associações da paróquia. Vocês deverão se reunir em pequenos grupos, rezar, refletir. Essa fase diocesana é uma oportunidade para as pessoas se encontrarem, experimentarem e viverem juntos o caminho sinodal, descobrindo ou desenvolvendo instrumentos e caminhos mais adequados ao seu contexto local. É preciso ser sinodal durante o processo, mas também depois dele. Que, a partir do saber sobre como estão vendo a Igreja, possamos ser ainda mais atuantes”, sugeriu.


      O assessor leu, então, as perguntas originais constantes do Vademecum e as questões formuladas pela equipe diocesana e entregues aos integrantes das comissões pastorais, comparando-as, detalhando seus significados e apontando pistas de como os questionamentos podem ser abordados nos grupos, nas comunidades. “Lembro que não só o conselho e lideranças podem participar dessa consulta, mas pessoas que vêm à Igreja, mas não participam de pastorais ou movimentos e pessoas de fora, como representantes da sociedade civil. Todos podem contribuir”, ressaltou. Padre Joel explicou que o Vademecum é um manual elaborado pela Secretaria Geral do Sínodo, que oferece apoio prático às pessoas envolvidas no processo. Uma cópia do Vademecum e o documento preparatório foi entregue às lideranças, ontem. Elas foram orientadas a ler e a multiplicar o material nas comunidades.


     Participam dos encontros nos Setores os coordenadores dos Conselhos de Pastoral Paroquial (CPP) e Conselhos de Pastoral da Comunidade (CPC), diáconos, catequistas, religiosos, integrantes da Liturgia e de grupos de jovens. Ainda serão realizadas duas reuniões pela equipe diocesana. Nesta quinta-feira (4), na Paróquia Nossa Senhora da Luz, em Irati, envolvendo as paróquias locais e de Fernandes Pinheiro e Teixeira Soares, e, dia 8, às 19h30, com representantes do Setor 8, na Paróquia São José, de Imbaú.


 


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Participaram sete lideranças de Ivaí, sete de Imbituva e 21 de Guamiranga   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Padre Joel explicou as questões a serem respondidas   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Padre Kleber lembrou principal motivação do Sínodo: caminhar junto   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa


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