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Publicado em: 09/11/2021

Sínodo: Imbaú sedia última reunião com lideranças

Nos oito Setores, mais de 300 pessoas foram mobilizadas

 
Padre Evandro foi claro no recado dado aos participantes do processo sinodal Padre Evandro foi claro no recado dado aos participantes do processo sinodal | Crédito: AssCom Diocese de Ponta Grossa

     “Não ‘tarefa’, ‘caminho’. Não ‘alguns’, ‘todos’. Não ‘respostas’, ‘encontros’! ” É dessa maneira que deve ser encarada a fase diocesana do Sínodo 2023 pelas lideranças paroquiais. A orientação foi dada pelo padre Evandro Luis Braun no encontro realizado, ontem (8), com os representantes das paróquias do Setor 8: São José, de Imbaú; São Sebastião, de Ortigueira; Menino Jesus, de Reserva; Nossa Senhora dos Remédios, de Tibagi, e Nossa Senhora de Fátima e São Pedro e São Paulo, de Telêmaco Borba. Padre Evandro esteve acompanhado do padre Joel Nalepa e da consagrada Flávia Carla Nascimento, integrantes da equipe diocesana de preparação do Sínodo.


     Padre Evandro destacou que, para se atingir a real sinodalidade, será necessário viver experiências, traçar estratégias para que o maior número de pessoas participe do processo. “O Papa não quis um Sínodo feito por padres, religiosos, bispos, mas pelo povo, por nós, todos juntos”, enfatizou, lembrando que a Diocese de Ponta Grossa terá que fazer um relato de como foi esse caminho. O padre foi o responsável por falar das datas do processo de escuta nas paróquias e sugerir ideias para a sua realização, citando a importância da oração e de se criar um ambiente propício à reflexão, com músicas, leituras de trechos bíblicos. “O encontro é mais importante que as respostas”, frisou.


     Os representantes do Setor 8 foram os primeiros a serem informados, oficialmente, da alteração no prazo de entrega da síntese paroquial, que terminaria dia 26 de fevereiro e ficou para maio. A mudança se deu em função da prorrogação para 15 de agosto de 2022 a apresentação das sínteses realizadas pelas Conferências Episcopais. O prazo inicial era abril de 2022. A decisão foi anunciada pela Secretaria Geral do Sínodo em comunicado, no último dia 29, e atende a inúmeros pedidos, de várias partes do mundo, para que a data fosse estendida, “visando dar maior oportunidade do Povo de Deus de fazer uma autêntica experiência de escuta e diálogo”, justifica a nota.


     Padre Joel Nalepa, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, lembrou que a sinodalidade é uma fala presente desde o início do pontificado do Papa Francisco. “Sinodalidade é a capacidade de caminhar junto. É o que se espera da Igreja do terceiro milênio. Para isso precisamos acolher, escutar, viver a fraternidade, não esquecendo que o que nos une é a centralidade da pessoa de Jesus Cristo. É na fase diocesana que poderemos contribuir. As demais poderemos acompanhar e rezar”, argumentou. O padre explicou alguns termos que aparecem nos documentos do Sínodo, definindo, por exemplo, ‘Igreja Particular’, como sendo as dioceses, arquidioceses, prelazias onde estão contidas toda a Igreja e há um bispo responsável. Também fez questão de esclarecer que as 46 paróquias são a Diocese de Ponta Grossa. “Aqui, é Diocese de Ponta Grossa. Uma comunidade no interior de Reserva, é Diocese de Ponta Grossa. Não é onde o bispo mora. Lá, é a sede da Cúria Diocesana. É bom que sejam entendidas essas expressões para que o povo seja esclarecido ”, instruiu.


      Flávia Carla Nascimento comentou sobre as sugestões para reflexão contidas em perguntas-estímulo repassadas às lideranças e abordou as questões práticas dessa fase da escuta, ressaltando que são as equipes paroquiais que farão com que a consulta para o Sínodo chegue às comunidades. “Seria bom que vocês pudessem se reunir e fizessem as reflexões, até para saber como incentivar os demais. Começar com a Oração do Sínodo, se encontrando, ouvindo uns aos outros. São vocês que vão organizar o Sínodo nas paróquias”, frisou, lembrando o tema do processo sinodal: ‘por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão’.


     As equipes paroquiais receberam o documento preparatório e o Vademecum, que é um manual, um apoio prático às pessoas envolvidas no processo. Os integrantes foram orientados a ler e a multiplicar o material nas comunidades. Os documentos estão disponíveis no site oficial da Diocese: www.diocesepontagrossa.org.br Esclarecimentos e pedidos de material de apoio podem ser encaminhados para o número (42) 9969-9134, telefone/whats da secretaria da Ação Evangelizadora. Padre Joel contou que, desde a primeira reunião setorial sobre o Sínodo 2023, no dia 27 de outubro, em Ponta Grossa, foram mobilizadas mais 300 pessoas.  


     A equipe diocesana de preparação do Sínodo conta ainda com a participação dos padres Alvaro Martins Nortok e Kleber Pacheco.


 


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Publicado em: 09/11/2021

Sínodo: Imbaú sedia última reunião com lideranças

Nos oito Setores, mais de 300 pessoas foram mobilizadas

 

     “Não ‘tarefa’, ‘caminho’. Não ‘alguns’, ‘todos’. Não ‘respostas’, ‘encontros’! ” É dessa maneira que deve ser encarada a fase diocesana do Sínodo 2023 pelas lideranças paroquiais. A orientação foi dada pelo padre Evandro Luis Braun no encontro realizado, ontem (8), com os representantes das paróquias do Setor 8: São José, de Imbaú; São Sebastião, de Ortigueira; Menino Jesus, de Reserva; Nossa Senhora dos Remédios, de Tibagi, e Nossa Senhora de Fátima e São Pedro e São Paulo, de Telêmaco Borba. Padre Evandro esteve acompanhado do padre Joel Nalepa e da consagrada Flávia Carla Nascimento, integrantes da equipe diocesana de preparação do Sínodo.


     Padre Evandro destacou que, para se atingir a real sinodalidade, será necessário viver experiências, traçar estratégias para que o maior número de pessoas participe do processo. “O Papa não quis um Sínodo feito por padres, religiosos, bispos, mas pelo povo, por nós, todos juntos”, enfatizou, lembrando que a Diocese de Ponta Grossa terá que fazer um relato de como foi esse caminho. O padre foi o responsável por falar das datas do processo de escuta nas paróquias e sugerir ideias para a sua realização, citando a importância da oração e de se criar um ambiente propício à reflexão, com músicas, leituras de trechos bíblicos. “O encontro é mais importante que as respostas”, frisou.


     Os representantes do Setor 8 foram os primeiros a serem informados, oficialmente, da alteração no prazo de entrega da síntese paroquial, que terminaria dia 26 de fevereiro e ficou para maio. A mudança se deu em função da prorrogação para 15 de agosto de 2022 a apresentação das sínteses realizadas pelas Conferências Episcopais. O prazo inicial era abril de 2022. A decisão foi anunciada pela Secretaria Geral do Sínodo em comunicado, no último dia 29, e atende a inúmeros pedidos, de várias partes do mundo, para que a data fosse estendida, “visando dar maior oportunidade do Povo de Deus de fazer uma autêntica experiência de escuta e diálogo”, justifica a nota.


     Padre Joel Nalepa, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, lembrou que a sinodalidade é uma fala presente desde o início do pontificado do Papa Francisco. “Sinodalidade é a capacidade de caminhar junto. É o que se espera da Igreja do terceiro milênio. Para isso precisamos acolher, escutar, viver a fraternidade, não esquecendo que o que nos une é a centralidade da pessoa de Jesus Cristo. É na fase diocesana que poderemos contribuir. As demais poderemos acompanhar e rezar”, argumentou. O padre explicou alguns termos que aparecem nos documentos do Sínodo, definindo, por exemplo, ‘Igreja Particular’, como sendo as dioceses, arquidioceses, prelazias onde estão contidas toda a Igreja e há um bispo responsável. Também fez questão de esclarecer que as 46 paróquias são a Diocese de Ponta Grossa. “Aqui, é Diocese de Ponta Grossa. Uma comunidade no interior de Reserva, é Diocese de Ponta Grossa. Não é onde o bispo mora. Lá, é a sede da Cúria Diocesana. É bom que sejam entendidas essas expressões para que o povo seja esclarecido ”, instruiu.


      Flávia Carla Nascimento comentou sobre as sugestões para reflexão contidas em perguntas-estímulo repassadas às lideranças e abordou as questões práticas dessa fase da escuta, ressaltando que são as equipes paroquiais que farão com que a consulta para o Sínodo chegue às comunidades. “Seria bom que vocês pudessem se reunir e fizessem as reflexões, até para saber como incentivar os demais. Começar com a Oração do Sínodo, se encontrando, ouvindo uns aos outros. São vocês que vão organizar o Sínodo nas paróquias”, frisou, lembrando o tema do processo sinodal: ‘por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão’.


     As equipes paroquiais receberam o documento preparatório e o Vademecum, que é um manual, um apoio prático às pessoas envolvidas no processo. Os integrantes foram orientados a ler e a multiplicar o material nas comunidades. Os documentos estão disponíveis no site oficial da Diocese: www.diocesepontagrossa.org.br Esclarecimentos e pedidos de material de apoio podem ser encaminhados para o número (42) 9969-9134, telefone/whats da secretaria da Ação Evangelizadora. Padre Joel contou que, desde a primeira reunião setorial sobre o Sínodo 2023, no dia 27 de outubro, em Ponta Grossa, foram mobilizadas mais 300 pessoas.  


     A equipe diocesana de preparação do Sínodo conta ainda com a participação dos padres Alvaro Martins Nortok e Kleber Pacheco.


 


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Padre Evandro foi claro no recado dado aos participantes do processo sinodal   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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Padre Joel falando às lideranças das seis paróquias   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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O pedido é para que o processo seja também um momento orante   |   AssCom Diocese de Ponta Grossa

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