DIOCESE  DE  PONTA  GROSSA



SOBRE
   História
   Fundação
   Bula Pontifícia


ESTRUTURA
   Colégio Consultores
   Conselho Presbiteral
   Seminários Diocesanos
   Casas para Encontros


Publicado em: 01/04/2022

Incêndio destrói fábrica de velas de mosteiro

Produção é o ganha pão dos monges beneditinos

 
Duas máquinas foram perdidas totalmente Duas máquinas foram perdidas totalmente | Crédito: Mosteiro da Ressurreição

  Na madrugada da última quarta-feira (30), um curto circuito provocou um incêndio na fábrica de velas do Mosteiro da Ressurreição, na Colônia Eurídice, em Ponta Grossa. Não houve feridos, mas os monges perderam duas máquinas e uma grande quantidade de velas, que estavam prontas, aguardando apenas os serviços de acabamento para serem entregues. Além disso, houve danos em toda a fiação elétrica, telhado, materiais e utensílios usados na fábrica.


     “Esse é o nosso ganha pão’. Ainda temos que dar graças a Deus que isso aconteceu no final da safra de produção de círios. Vamos conseguir atender todos os nossos clientes”, comenta o ecônomo e Prior do mosteiro, dom Bento de Souza, citando que, após a Páscoa, serão levadas o restante das máquinas para São Paulo para que sejam avaliadas e, se possível, restauradas. “Todos os anos, nossa comunidade passa por algum momento difícil no Tempo da Quaresma. Sempre uma provação. Não poderia ser diferente, pois nosso mosteiro leva o nome do grande Mistério de Jesus Ressuscitado. Somos o Mosteiro da Ressurreição. Foi para nós um dia muito triste”, lamentou dom Bento.


    De acordo com o Prior, foram necessários alguns anos de trabalho para aquisição das máquinas, que infelizmente foram destruídas. “Temos que agradecer a Deus, que tudo aconteceu na madrugada e ninguém sofreu qualquer arranhão ou queimadura. O fogão industrial ficou destruído, mas o botijão de gás, intacto. Tínhamos um quadro com a imagem de São Miguel na parede acima da porta, que liga a fábrica ao depósito de embalagens de papelão e todo o nosso estoque de velas, círios e matéria prima para o acabamento dos pedidos. Por pura graça, o fogo não avançou nem queimou o quadro de São Miguel em MDF. O quadro ficou chamuscado com a fumaça, caiu da parede, mas não queimou”, contou.


     “Vamos recomeçar! Deus nunca nos abandonou durante todos esses anos. Sem a experiência de chorar com Jesus a dor do seu calvário, jamais provaremos a alegria de cantar o ‘Aleluia Pascal’ da sua vitória na cruz. Vamos cantar o ‘Aleluia’, com a certeza de que das cinzas ressurgiremos e retomaremos nossas atividades a todo o vapor”, enfatizou. Conforme dom Bento, uma rifa deve ser realizada para obter os recursos necessários para reorganizar a fábrica. Os monges também estão aceitando doações, via PIX, à Associação Mosteiro da Ressurreição, CNPJ 78280120000187. “Deus os abençoe imensamente. Contem sempre com as nossas orações de todos os dias. Rezem por nós\"


     Os monges beneditinos estão construindo um novo mosteiro no distrito de Itaiacoca. O local está em obras há oito anos. “Para a mudança ainda falta muito. Estamos terminando a cobertura da Igreja, mas temos muitos trabalhos pela frente”, adiantou dom Bento. Atualmente, 31 monges vivem no mosteiro.


 


  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa


Você pode se interessar também:
| Enviado 1º conselho missionário da Diocese   |   Dia de São Francisco terá bênção de animais   |   Paróquias refletem sobre a Igreja em Missão   |   Assembleia fortalece a evangelização   |  





Publicado em: 01/04/2022

Incêndio destrói fábrica de velas de mosteiro

Produção é o ganha pão dos monges beneditinos

 

  Na madrugada da última quarta-feira (30), um curto circuito provocou um incêndio na fábrica de velas do Mosteiro da Ressurreição, na Colônia Eurídice, em Ponta Grossa. Não houve feridos, mas os monges perderam duas máquinas e uma grande quantidade de velas, que estavam prontas, aguardando apenas os serviços de acabamento para serem entregues. Além disso, houve danos em toda a fiação elétrica, telhado, materiais e utensílios usados na fábrica.


     “Esse é o nosso ganha pão’. Ainda temos que dar graças a Deus que isso aconteceu no final da safra de produção de círios. Vamos conseguir atender todos os nossos clientes”, comenta o ecônomo e Prior do mosteiro, dom Bento de Souza, citando que, após a Páscoa, serão levadas o restante das máquinas para São Paulo para que sejam avaliadas e, se possível, restauradas. “Todos os anos, nossa comunidade passa por algum momento difícil no Tempo da Quaresma. Sempre uma provação. Não poderia ser diferente, pois nosso mosteiro leva o nome do grande Mistério de Jesus Ressuscitado. Somos o Mosteiro da Ressurreição. Foi para nós um dia muito triste”, lamentou dom Bento.


    De acordo com o Prior, foram necessários alguns anos de trabalho para aquisição das máquinas, que infelizmente foram destruídas. “Temos que agradecer a Deus, que tudo aconteceu na madrugada e ninguém sofreu qualquer arranhão ou queimadura. O fogão industrial ficou destruído, mas o botijão de gás, intacto. Tínhamos um quadro com a imagem de São Miguel na parede acima da porta, que liga a fábrica ao depósito de embalagens de papelão e todo o nosso estoque de velas, círios e matéria prima para o acabamento dos pedidos. Por pura graça, o fogo não avançou nem queimou o quadro de São Miguel em MDF. O quadro ficou chamuscado com a fumaça, caiu da parede, mas não queimou”, contou.


     “Vamos recomeçar! Deus nunca nos abandonou durante todos esses anos. Sem a experiência de chorar com Jesus a dor do seu calvário, jamais provaremos a alegria de cantar o ‘Aleluia Pascal’ da sua vitória na cruz. Vamos cantar o ‘Aleluia’, com a certeza de que das cinzas ressurgiremos e retomaremos nossas atividades a todo o vapor”, enfatizou. Conforme dom Bento, uma rifa deve ser realizada para obter os recursos necessários para reorganizar a fábrica. Os monges também estão aceitando doações, via PIX, à Associação Mosteiro da Ressurreição, CNPJ 78280120000187. “Deus os abençoe imensamente. Contem sempre com as nossas orações de todos os dias. Rezem por nós\"


     Os monges beneditinos estão construindo um novo mosteiro no distrito de Itaiacoca. O local está em obras há oito anos. “Para a mudança ainda falta muito. Estamos terminando a cobertura da Igreja, mas temos muitos trabalhos pela frente”, adiantou dom Bento. Atualmente, 31 monges vivem no mosteiro.


 


Diocede Ponta Grossa
Duas máquinas foram perdidas totalmente   |   Mosteiro da Ressurreição

Diocede Ponta Grossa
Quadro de São Miguel ficou apenas chamuscado   |   Mosteiro da Ressurreição

Diocede Ponta Grossa
Parte da fábrica se perdeu no incêndio   |   Mosteiro da Ressurreição


Navegue até a sua Paróquia