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Publicado em: 05/04/2022

Coleta Nacional não terá envelopes

Recursos virão das ofertas no Domingo de Ramos

 
A coleta vai acontecer no próximo dia 10, Domingo de Ramos A coleta vai acontecer no próximo dia 10, Domingo de Ramos | Crédito: CNBB

     O gesto concreto da Campanha da Fraternidade 2022 acontecerá no próximo domingo (10), Domingo de Ramos, quando a coleta de todas as paróquias, de todo o Brasil, será direcionada ao Fundo Nacional de Solidariedade.  Do valor arrecadado, 60% ficam nas dioceses e 40% vão para Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Esse ano, os tradicionais envelopes para as doações não serão mais distribuídos pela CNBB em versão impressa. Desde 2019, o valor destinado para a distribuição do material impresso tem sido reduzido e direcionado para ações sociais.


     De acordo com padre Patriky Samuel Batista, secretário executivo de Campanhas da CNBB, na organização da Campanha da Fraternidade 2022, a opção foi não fazer os envelopes impressos e destinar os custos de sua produção para os projetos apoiados pelo Fundo Nacional de Solidariedade. Na última vez que foram produzidos os envelopes impressos, foram investidos mais de R$ 330 mil na confecção e distribuição para todo o Brasil. 


     “Considerando a média de recursos investidos nos projetos do Fundo Nacional, o valor seria suficiente para apoiar de oito a 16 projetos sociais”, argumenta padre Patriky, destacando que a diminuição no uso do papel e a destinação para ações transformadoras relacionam o tema da Campanha da Fraternidade deste ano, com as reflexões do Papa Francisco apresentadas na encíclica Laudato Si’.


     A nível diocesano, o Fundo da Solidariedade é administrado pela Cairtas que, por intermédio de seus recursos, financia diversos projetos sociais. Em função da pandemia, a última vez que houve projetos financiados com verba do Fundo foi em 2019, com 20 diferentes ações. “Este ano, com o tema educação podemos ter bons projetos sociais apoiado pela Caritas. Por isso, precisamos participar da campanha do Domingo de Ramos”, orienta o presidente da Caritas Diocesana, diácono Gilson Camilo da Silva. 


     Apoio


     Em 2019, 18 entidades de toda a Diocese de Ponta Grossa tiveram projetos subsidiados pelo Fundo Diocesano de Solidariedade. A Coleta Nacional da Solidariedade arrecadou nas paróquias da Diocese cerca de R$ 141 mil, dos quais R$ 85 mil ficaram no território diocesano. Os recursos viabilizaram ações como o ‘VI Colóquio sobre violência contra a pessoa idosa’, projeto de extensão do Departamento de Serviço Social da Universidade Estadual de Ponta Grossa, desenvolvido via Núcleo de Assistência Social, Jurídica e de Estudos sobre a Pessoa Idosa, que foca na violação de direitos e na questão da violência contra a pessoa idosa.


     Outro projeto apoiado, o ‘Bordando Sonhos’, desenvolvido pela Associação dos Artesãos de Tibagi, envolve 63 artesãos que trabalham com diversos tipos de artesanatos, inclusive a lã de ovelha, confeccionando tapetes, mantas, fazendo desde a lavagem do fio até o tecer das peças. Também conta com artigos em crochê e bordado com o que atende os mais carentes. Segundo a presidente da Associação em 2019, Dulce Fátima Silva Gomes, o cheque recebido da Caritas seria utilizado para a compra de material. 


 


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Publicado em: 05/04/2022

Coleta Nacional não terá envelopes

Recursos virão das ofertas no Domingo de Ramos

 

     O gesto concreto da Campanha da Fraternidade 2022 acontecerá no próximo domingo (10), Domingo de Ramos, quando a coleta de todas as paróquias, de todo o Brasil, será direcionada ao Fundo Nacional de Solidariedade.  Do valor arrecadado, 60% ficam nas dioceses e 40% vão para Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Esse ano, os tradicionais envelopes para as doações não serão mais distribuídos pela CNBB em versão impressa. Desde 2019, o valor destinado para a distribuição do material impresso tem sido reduzido e direcionado para ações sociais.


     De acordo com padre Patriky Samuel Batista, secretário executivo de Campanhas da CNBB, na organização da Campanha da Fraternidade 2022, a opção foi não fazer os envelopes impressos e destinar os custos de sua produção para os projetos apoiados pelo Fundo Nacional de Solidariedade. Na última vez que foram produzidos os envelopes impressos, foram investidos mais de R$ 330 mil na confecção e distribuição para todo o Brasil. 


     “Considerando a média de recursos investidos nos projetos do Fundo Nacional, o valor seria suficiente para apoiar de oito a 16 projetos sociais”, argumenta padre Patriky, destacando que a diminuição no uso do papel e a destinação para ações transformadoras relacionam o tema da Campanha da Fraternidade deste ano, com as reflexões do Papa Francisco apresentadas na encíclica Laudato Si’.


     A nível diocesano, o Fundo da Solidariedade é administrado pela Cairtas que, por intermédio de seus recursos, financia diversos projetos sociais. Em função da pandemia, a última vez que houve projetos financiados com verba do Fundo foi em 2019, com 20 diferentes ações. “Este ano, com o tema educação podemos ter bons projetos sociais apoiado pela Caritas. Por isso, precisamos participar da campanha do Domingo de Ramos”, orienta o presidente da Caritas Diocesana, diácono Gilson Camilo da Silva. 


     Apoio


     Em 2019, 18 entidades de toda a Diocese de Ponta Grossa tiveram projetos subsidiados pelo Fundo Diocesano de Solidariedade. A Coleta Nacional da Solidariedade arrecadou nas paróquias da Diocese cerca de R$ 141 mil, dos quais R$ 85 mil ficaram no território diocesano. Os recursos viabilizaram ações como o ‘VI Colóquio sobre violência contra a pessoa idosa’, projeto de extensão do Departamento de Serviço Social da Universidade Estadual de Ponta Grossa, desenvolvido via Núcleo de Assistência Social, Jurídica e de Estudos sobre a Pessoa Idosa, que foca na violação de direitos e na questão da violência contra a pessoa idosa.


     Outro projeto apoiado, o ‘Bordando Sonhos’, desenvolvido pela Associação dos Artesãos de Tibagi, envolve 63 artesãos que trabalham com diversos tipos de artesanatos, inclusive a lã de ovelha, confeccionando tapetes, mantas, fazendo desde a lavagem do fio até o tecer das peças. Também conta com artigos em crochê e bordado com o que atende os mais carentes. Segundo a presidente da Associação em 2019, Dulce Fátima Silva Gomes, o cheque recebido da Caritas seria utilizado para a compra de material. 


 


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