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Publicado em: 27/02/2021

27 anos de sacerdócio de cinco padres

A riqueza das vocações sustenta a Diocese

 
| Crédito: Divulgação

      Há dois anos, a Diocese de Ponta Grossa vivia a alegria de comemorar os 25 anos de sacerdócio de cinco padres diocesanos: Ademir da Guia Santos, Claudemir do Nascimento Leal, Mário Dwulatka, Moacir Gomes e Noé Borges Vieira. O Jubileu de Prata foi um momento coroado de emoções, que começou já com a presença de Dom Murilo Ramos Krieger, arcebispo emérito de São Salvador. Todos os padres jubilandos foram ordenados por ele, em 1994, quando era bispo da Diocese de Ponta Grossa.

      A missa solene foi celebrada na Catedral Sant’Ana. O bispo dom Sergio Arthur Braschi foi concelebrante. Na programação, almoço, jantares com a presença dos padres e dos dois bispos, além de uma inusitada missa rezada por padre Claudemir Leal somente a 350 casais que tiveram o casamento celebrado por ele. Na celebração, foram renovados os votos dos casais e do sacerdote.

      Padre Ademir da Guia, que é do interior de Ponta Grossa, ser sacerdote, é dar a vida. “É preciso amar o Cristo, dando a vida pelas pessoas”, ressalta, citando que, nesses 25 anos, aprendeu a abraçar a comunidade como ela é: com seus dramas, alegrias, pecados e graças. O padre Claudemir do Nascimento Leal é paulista, nascido em Tupã, no interior de São Paulo. O pároco da Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Vila Liane, em Ponta Grossa, conta que sempre participou de grupo de jovens e que foi na ida a um torneio de futebol entre diversos grupos da Diocese que sentiu o chamado à vocação falar mais alto

      Noé Borges Vieira é o único padre viúvo da Diocese de Ponta Grossa. Nasceu e viveu em Fernandes Pinheiro. Se casou e foi pai de um casal de filhos. O filho viveu 11 dias. E quando a filha tinha 21 dias, sua esposa teve uma parada cardíaca e faleceu. Depois disso tudo veio de novo a pergunta: “o que Deus quer de mim?”, conta o padre, que, aos 12 anos tinha dito ao pai que queria ser missionário. Por falta de condições financeiras, acabou adiando o sonho. “Nas Missões Populares, conversei com um frei que pediu para que eu ficasse um ano e meio em casa refletindo. A filha tinha um ano e meio quando iniciou a caminhada vocacional. Foi missionário em Moçambique por um ano, onde pegou malária 13 vezes.

      Mário Dwulatka é o ecônomo da Diocese. Nasceu na localidade de Cadeado Santana, em Irati. Sua vocação está inserida dentro de um contexto de vivência de participação na comunidade, diz ele.  “Minha mãe levava eu e meus irmãos desde pequenos para a igreja. Depois que cresci, eu ia sozinho. Entrou aos 16 anos para o seminário. O padre Moacir Gomes, pároco da Paróquia São Roque, em Ventania, nasceu em Rio Azul. No momento do parto, difícil, a mãe precisou ir para o hospital. Lá, os médicos atestaram sua morte pela demora ao nascer. Uma religiosa funcionária do Hospital São Francisco pediu para insistir nas massagens cardíacas e o levou diante da imagem de Nossa Senhora das Graças. Ali, o coração voltou a bater, sem explicação. A irmã disse, então, que iria consagrá-lo a Deus.


  • Diocede Ponta Grossa


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Publicado em: 27/02/2021

27 anos de sacerdócio de cinco padres

A riqueza das vocações sustenta a Diocese

 

      Há dois anos, a Diocese de Ponta Grossa vivia a alegria de comemorar os 25 anos de sacerdócio de cinco padres diocesanos: Ademir da Guia Santos, Claudemir do Nascimento Leal, Mário Dwulatka, Moacir Gomes e Noé Borges Vieira. O Jubileu de Prata foi um momento coroado de emoções, que começou já com a presença de Dom Murilo Ramos Krieger, arcebispo emérito de São Salvador. Todos os padres jubilandos foram ordenados por ele, em 1994, quando era bispo da Diocese de Ponta Grossa.

      A missa solene foi celebrada na Catedral Sant’Ana. O bispo dom Sergio Arthur Braschi foi concelebrante. Na programação, almoço, jantares com a presença dos padres e dos dois bispos, além de uma inusitada missa rezada por padre Claudemir Leal somente a 350 casais que tiveram o casamento celebrado por ele. Na celebração, foram renovados os votos dos casais e do sacerdote.

      Padre Ademir da Guia, que é do interior de Ponta Grossa, ser sacerdote, é dar a vida. “É preciso amar o Cristo, dando a vida pelas pessoas”, ressalta, citando que, nesses 25 anos, aprendeu a abraçar a comunidade como ela é: com seus dramas, alegrias, pecados e graças. O padre Claudemir do Nascimento Leal é paulista, nascido em Tupã, no interior de São Paulo. O pároco da Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na Vila Liane, em Ponta Grossa, conta que sempre participou de grupo de jovens e que foi na ida a um torneio de futebol entre diversos grupos da Diocese que sentiu o chamado à vocação falar mais alto

      Noé Borges Vieira é o único padre viúvo da Diocese de Ponta Grossa. Nasceu e viveu em Fernandes Pinheiro. Se casou e foi pai de um casal de filhos. O filho viveu 11 dias. E quando a filha tinha 21 dias, sua esposa teve uma parada cardíaca e faleceu. Depois disso tudo veio de novo a pergunta: “o que Deus quer de mim?”, conta o padre, que, aos 12 anos tinha dito ao pai que queria ser missionário. Por falta de condições financeiras, acabou adiando o sonho. “Nas Missões Populares, conversei com um frei que pediu para que eu ficasse um ano e meio em casa refletindo. A filha tinha um ano e meio quando iniciou a caminhada vocacional. Foi missionário em Moçambique por um ano, onde pegou malária 13 vezes.

      Mário Dwulatka é o ecônomo da Diocese. Nasceu na localidade de Cadeado Santana, em Irati. Sua vocação está inserida dentro de um contexto de vivência de participação na comunidade, diz ele.  “Minha mãe levava eu e meus irmãos desde pequenos para a igreja. Depois que cresci, eu ia sozinho. Entrou aos 16 anos para o seminário. O padre Moacir Gomes, pároco da Paróquia São Roque, em Ventania, nasceu em Rio Azul. No momento do parto, difícil, a mãe precisou ir para o hospital. Lá, os médicos atestaram sua morte pela demora ao nascer. Uma religiosa funcionária do Hospital São Francisco pediu para insistir nas massagens cardíacas e o levou diante da imagem de Nossa Senhora das Graças. Ali, o coração voltou a bater, sem explicação. A irmã disse, então, que iria consagrá-lo a Deus.


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