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Na Trilha da Fé
Publicado em: 08/08/2021

Uma terra onde brotam vocações

Irati é o berço de padres e bispos

 
Influência polonesa tornou a cidade berço das vocações Influência polonesa tornou a cidade berço das vocações | Crédito: Arquivo SECOM Governo Paraná

A forte influência das etnias polonesa e ucraniana e a fé inabalável desses povos fazem de Irati o berço das vocações na Diocese de Ponta Grossa. São 150 anos de presença no Paraná dos primeiros imigrantes vindos da Polônia. Uma existência que se reflete diretamente na história da Igreja. A Paróquia Nossa Senhora da Luz, de Irati, a primeira paróquia criada oficialmente na Diocese, teve seus dois primeiros párocos originários de famílias polonesas: padres Paulo Warkocz e Tadeu Dziedzic. Quatro dos cinco presbíteros ordenados até hoje na comunidade eram descendentes de poloneses. 

     Do atual clero diocesano – 57 sacerdotes -  sete são nascidos em Irati. Dois vieram de outros municípios ainda pequenos, mas a assistência, a vivência católica derivou da cidade. É o caso do padre Alvaro Martins Nortok e de Pedro Filipak, ordenado a 22 de dezembro de 1945, em Irati, e que se tornou bispo de Jacarezinho, em 1962. Dos presbíteros naturais das terras iratienses, Mário Spaki é prova que o ‘solo’ continua profícuo. Ordenado sacerdote em 2003, Dom Mário foi nomeado bispo de Paranavaí, em julho de 20018. 

     Se a oração pelas vocações é motivo de incansáveis campanhas em toda a Igreja, na Diocese de Ponta Grossa ela dá mostras que, visivelmente, chega a Deus. E dá frutos. São muitas e ricas vocações, em especial, sacerdotais. Há 27 anos, a Diocese ganhou cinco padres de uma só vez. Em 2017, foram seis os ordenados. O maior número de ordenações presididas pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi em único ano. Dom Sergio completou17 anos à frente da Diocese de Ponta Grossa, em 2021.

      E Irati esteve especialmente representada nas duas celebrações. Em 1994, com Mário Dwulatka, atual ecônomo da Diocese, e, em 2017, com Alvaro Luiz Martins Nortok, hoje vigário da Paróquia Sant’Ana, de Castro. “Isso nos faz olhar para o futuro com mais coragem. Com novos padres, a Igreja pode servir melhor várias paróquias, que precisam ter mais de um sacerdote”, dizia o bispo Dom Sergio naquele Domingo da Misericórdia, em 23 de abril de 2017. A vocação sacerdotal reveste-se de uma bênção, que aproxima Deus de seu povo. “A vocação sacerdotal se apresenta como uma eleição providente de Deus, profundamente gratuita, imprevista e desproporcionada aos cálculos e possibilidades humanas. A vocação sacerdotal é o maior presente que Deus pode depositar nas almas”1



1 www.cancaonova.com/formacao


∗Fontes:

- Diocese de Ponta Grossa



  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa
  • Diocede Ponta Grossa


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Publicado em: 08/08/2021

Uma terra onde brotam vocações

Irati é o berço de padres e bispos

 

A forte influência das etnias polonesa e ucraniana e a fé inabalável desses povos fazem de Irati o berço das vocações na Diocese de Ponta Grossa. São 150 anos de presença no Paraná dos primeiros imigrantes vindos da Polônia. Uma existência que se reflete diretamente na história da Igreja. A Paróquia Nossa Senhora da Luz, de Irati, a primeira paróquia criada oficialmente na Diocese, teve seus dois primeiros párocos originários de famílias polonesas: padres Paulo Warkocz e Tadeu Dziedzic. Quatro dos cinco presbíteros ordenados até hoje na comunidade eram descendentes de poloneses. 

     Do atual clero diocesano – 57 sacerdotes -  sete são nascidos em Irati. Dois vieram de outros municípios ainda pequenos, mas a assistência, a vivência católica derivou da cidade. É o caso do padre Alvaro Martins Nortok e de Pedro Filipak, ordenado a 22 de dezembro de 1945, em Irati, e que se tornou bispo de Jacarezinho, em 1962. Dos presbíteros naturais das terras iratienses, Mário Spaki é prova que o ‘solo’ continua profícuo. Ordenado sacerdote em 2003, Dom Mário foi nomeado bispo de Paranavaí, em julho de 20018. 

     Se a oração pelas vocações é motivo de incansáveis campanhas em toda a Igreja, na Diocese de Ponta Grossa ela dá mostras que, visivelmente, chega a Deus. E dá frutos. São muitas e ricas vocações, em especial, sacerdotais. Há 27 anos, a Diocese ganhou cinco padres de uma só vez. Em 2017, foram seis os ordenados. O maior número de ordenações presididas pelo bispo Dom Sergio Arthur Braschi em único ano. Dom Sergio completou17 anos à frente da Diocese de Ponta Grossa, em 2021.

      E Irati esteve especialmente representada nas duas celebrações. Em 1994, com Mário Dwulatka, atual ecônomo da Diocese, e, em 2017, com Alvaro Luiz Martins Nortok, hoje vigário da Paróquia Sant’Ana, de Castro. “Isso nos faz olhar para o futuro com mais coragem. Com novos padres, a Igreja pode servir melhor várias paróquias, que precisam ter mais de um sacerdote”, dizia o bispo Dom Sergio naquele Domingo da Misericórdia, em 23 de abril de 2017. A vocação sacerdotal reveste-se de uma bênção, que aproxima Deus de seu povo. “A vocação sacerdotal se apresenta como uma eleição providente de Deus, profundamente gratuita, imprevista e desproporcionada aos cálculos e possibilidades humanas. A vocação sacerdotal é o maior presente que Deus pode depositar nas almas”1



1 www.cancaonova.com/formacao


∗Fontes:

- Diocese de Ponta Grossa



Diocede Ponta Grossa
Influência polonesa tornou a cidade berço das vocações   |   Arquivo SECOM Governo Paraná

Diocede Ponta Grossa
Seis padres foram ordenados em 2017   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa

Diocede Ponta Grossa
Em 1994, Diocese ganhou cinco novos padres   |   Arquivo AssCom Diocese de Ponta Grossa


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