Diáconos de PG participam de XI Sulão de Catequese
Encontro em Campo Grande reúne catequistas de cinco estados e fortalece a missão evangelizadora
18.07.2025 - 17:32:31

No coração do Ano Santo de 2025, a cidade de Campo Grande (MS) tornou-se palco de um encontro que transcendeu fronteiras e dioceses. O XI Sulão de Catequese, realizado entre 11 e 13 de julho, reuniu catequistas, religiosos e bispos de cinco regionais da CNBB, uma rede de fé que se estende de São Paulo ao Rio Grande do Sul. Entre os participantes, dois nomes carregavam a representação da Diocese de Ponta Grossa: os diáconos temporários Iuri Nack Buss e Jefferson Davi Sviercoski Sanchez.Desde 1988, o Sulão de Catequese tem sido um farol para a formação de discípulos-missionários, e esta edição, sob o tema “Catequista mistagogo da oração e da esperança”, não fugiu à tradição. Oficinas e catequeses conduzidas pela irmã Leni Monfrandini e pelo padre João dos Santos Barbosa Neto mergulharam os participantes nas dimensões querigmática e mistagógica da catequese — eixos que, como lembraram os palestrantes, não se limitam a etapas isoladas, mas permeiam toda a jornada cristã.Para os diáconos de Ponta Grossa, o evento foi mais que aprendizado; foi combustível para a vocação. “Enquanto diácono, em preparação para a ordenação presbiteral, foi muito importante participar do XI Sulão de Catequese, que me inspirou e animou em minha resposta vocacional, pois também sou chamado a viver como discípulo-missionário que ao se encontrar com Jesus deseja anunciá-lo para que outras pessoas façam essa experiência de fé”. compartilhou Iuri, destacando o desejo de transformar comunidades em “casas de Iniciação à Vida Cristã”Jefferson, por sua vez, ressaltou a riqueza da troca: “. Destaco especialmente a importância dada à iniciação à vida cristã e ao papel do catequista como verdadeiro ministro do anúncio e do acompanhamento na fé. Além do conteúdo, o Sulão foi um espaço de comunhão fraterna: partilhamos experiências, conhecemos a realidade de outras dioceses e renovamos o ardor missionário que nos impulsiona a servir melhor nossas comunidades”. Entre orações e reflexões, o Sulão reafirmou seu papel como espaço de comunhão. Um lugar onde, mesmo em meio aos desafios da evangelização, a esperança segue viva e pulsante.
Fotógrafo Acervo pessoal
