A caminhada diaconal da Diocese de Ponta Grossa inicia um novo tempo de serviço, comunhão e continuidade. O diácono Joanir de Oliveira, da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, em Ponta Grossa, é o novo presidente da Comissão Diocesana de Diáconos. Ele ficará à frente da Comissão no período de 2026 a 2029, sucedendo o diácono Agostinho Vanderlei Basso, que exerceu a presidência desde 2023.
A eleição aconteceu no dia 31 de maio, durante a Assembleia Eletiva da Comissão Diocesana de Diáconos de Ponta Grossa. Além do diácono Joanir, também foram eleitos o diácono Flávio Antônio Pauluk, o diácono Toninho, da Paróquia São José, em Ponta Grossa, como vice-presidente; o diácono Hilário Lewandowski, de Irati, como secretário; e o diácono Aguinaldo Costa Ferreira, de Telêmaco Borba, como tesoureiro.
Ao encerrar o período à frente da Comissão, o diácono Agostinho destacou que os últimos quatro anos foram marcados por avanços importantes na organização e no fortalecimento da vida diaconal na Diocese. Atualmente, a Diocese de Ponta Grossa conta com 117 diáconos permanentes.
Entre os principais passos dados no período, ele recorda a construção do Diretório dos Diáconos, documento que está em fase de conclusão e reúne o estatuto, orientações normativas da Escola Diaconal Santo Estêvão, critérios para candidatos, idade mínima para ingresso e ordenação, além de aspectos ligados à rotina formativa.
Outro avanço apontado foi a estabilidade econômica da Comissão Diocesana de Diáconos. A partir da nova organização, as paróquias passarão a contribuir anualmente com a Comissão por diácono, fortalecendo a estrutura necessária para acompanhar a missão diaconal em toda a Diocese.
O diácono Agostinho também ressaltou a participação expressiva dos diáconos e de suas esposas nos retiros, bem como a celebração diocesana de renovação das promessas do diaconato permanente, realizada anualmente no dia 10 de agosto, com a presença do bispo diocesano. Segundo ele, a iniciativa passou a integrar de forma mais sólida a caminhada dos diáconos na Diocese.
A formação permanente também ganhou novo impulso nos últimos anos. Hoje, o diaconato permanente conta com cinco formações anuais, além do retiro, consolidando um processo contínuo de aprofundamento espiritual, pastoral e missionário.
Com a nova presidência, a Comissão Diocesana de Diáconos dá continuidade a uma história marcada pelo serviço ao altar, à Palavra e à caridade. A missão do diácono, vivida junto às comunidades, permanece como sinal da Igreja que se coloca a caminho, escuta, serve e anuncia o Evangelho nas realidades concretas do povo de Deus.