Por meio de decreto, no dia 13 de dezembro de 2025, Dom Bruno Elizeu Versari, Bispo Diocesano, criou a Paróquia Santa Luzia de Ponta Grossa, Paraná, cujo território foi desmembrado quase todo da Paróquia São Pedro( todas as comunidades pertenciam à Paróquia São Pedro e parte do território da Paróquia São Francisco, sendo composto a partir de então, pelas seguintes comunidades, a saber:
1. Matriz: Santa Luzia - R.: São Mario, S/N - Santa Luzia
2. Beata Brígida - R.: Irene Maria de Souza, S/N - Residencial América
3. São José Operário - R.: Hércules, 192 - Estrela do Norte
4. Santa Clara - R.: Rio Claro, S/N esq Marcelo Augusto Dias Balzano
5. São Miguel Arcanjo - R.: Sengés, n° 211 - Bonsucesso
6. Nossa Senhora de Lourdes - R: Jeremias, n° 6 - Bonsucesso II (Dalabona)
Na celebração solene do dia 12 de fevereiro de 2026, tomou posse como seu primeiro Pároco, o
Reverendíssimo Padre Rodrigo Ribas
Santa Luzia (ou Santa Lúcia), cujo nome deriva do latim, é muito amada e invocada como a protetora dos olhos, janela da alma, canal de luz.
Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe queria vê-la casada com um jovem de distinta família, porém pagão. Ao pedir um tempo para o discernimento foi para uma romaria ao túmulo da mártir Santa Ágeda, de onde voltou com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimento por que passaria, como Santa Ágeda.
Vendeu tudo, deu aos pobres e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Santa Luzia, não querendo oferecer sacrifício ao deuses e nem quebrar o seu santo voto, teve que enfrentar as autoridades perseguidoras e até a decapitação em 303, para assim testemunhar com a vida, ou morte o que disse: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a ele prometi amor e fidelidade”.
Somente em 1894 o martírio da jovem Luzia, também chamada Lúcia, foi devidamente confirmado, quando se descobriu uma inscrição escrita em grego antigo sobre o seu sepulcro, em Siracusa, Ilha da Sicília. A inscrição trazia o nome da mártir e confirmava a tradição oral cristã sobre sua morte no início do século IV.