MATRIZ
PARÓQUIA SÃO CRISTÓVÃO
Pároco:

Padre Leonel Stanski


Horários de Missa
  • Segunda-feira 19h
  • Quarta-feira 19h
  • Quinta-feira 19h
  • Sexta-feira 19h
  • Sábado 19h
  • Domingo 8h e às 10h

Endereço
R. joão Dubois, 75
Ponta Grossa - Oficinas


Contato
(42) 3229-3299
saocristovaopg@gmail.com
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Histórico

HISTÓRICO

    A história da Paróquia prende-se à fundação da capelania da Rede Viação Paraná Santa Catarina, em maio de 1952. Desde o início a comunidade demonstrou interesse e dinamismo, o que motivou a elevação da capelania à categoria de Matriz em setembro de 1965. Em setembro de 1964 foi inaugurado o Cine Teatro Pax. Depois da criação da Paróquia, foi iniciada a construção da Nova Igreja, inaugurada em 30 de abril de 1972. Em 1974 foi iniciada a construção do novo centro comunitário e clube paroquial, atualmente concluídos. A Paróquia de São Cristóvão foi atendida pastoralmente pelos Freis da OFMCap e depois foi passada para o atendimento dos padres diocesanos seculares.  

1º. Pároco: Pe. Frei Elias Eugênio Zulian, OFMCap.

Festa de São Cristóvão com benção dos Motoristas todos os anos. 


PASTORAIS E MOVIMENTOS

Conselho Pastoral de Comunidade – CPC.

Pastoral dos Assuntos Econômicos – PAE.

Pastoral da Catequese.

Pastoral dos Ministros.

Pastoral dos Coroinhas.

Pastoral do Dizimo.

Pastoral do Canto Litúrgico.

Pastoral da Criança.

Pequenos Grupos.

Mutirão de Superação da Fome e da Miséria.

Pastoral das Capelinhas.

Legião de Maria.

Apostolado da Oração.

Vicentinos.

 

Parocos 

Pe. Frei Elias Eugênio Zulian, OFMCap - 1965.

Pe. Frei Casimiro Maria de Orleans, OFMCap

Pe. Frei Ivo Lazzarotto, OFMCap

Pe. Frei Guilherme João Potratz, OFMCap

Pe. Frei Benedito F. da Rocha, OFMCap

Pe. Frei Gabrielângelo Caramore, OFMCap

Pe. Frei Pedro Sardo, OFMCap

Pe. José Lauro G. Gomes - Diocese - 1994/1995

Pe. Amadeu Fracaro - Diocese - 1996/2004 

Pe. Jaime Rossa  - Diocese - 2004/2007

Pe. Cayton Adriano Delinski Ferreira - Diocese- 2008/2009

Pe Evaldo Fidelix - Diocese - 2009/2015

Pe Marcelo Melo - Diocese- 2015/2022

Pe Leonel Stanski- Diocese - 2022 até atualmente


ORAÇÕES

ORAÇÃO DE SÃO CRISTÓVÃO

    Ó São Cristóvão, que atravessastes a correnteza furiosa de um rio com toda a firmeza e segurança, porque carregáveis nos ombros o Menino Jesus, fazei que Deus se sinta sempre bem em meu coração, porque então eu terei sempre firmeza e segurança no guidão do meu carro e enfrentarei corajosamente todas as correntezas que eu encontrar, venham elas dos homens ou do espírito infernal.

São Cristóvão, rogai por nós.


ORAÇÃO DO MOTORISTA

    Ó Senhor, por intercessão de São Cristóvão, padroeiro dos motorista, dai-nos firmeza e vigilância nos muitos caminhos da vida em busca de trabalho, lazer, felicidade e realização. Todos somos caminhantes nas estradas deste mundo, acompanhai-nos constantemente para chegarmos ao destino sem acidentes e contratempos.

    Protegei, ó Senhor os motoristas que conduzem os modernos meios de transportes. Que eles possam ser guiados por vosso Espírito, e assim ajam com sabedoria e respeitem as leis de trânsito.

    Protegei, ó Senhor, aqueles que caminham connosco e ajudai-nos a respeitar a todos, pedestres e transeuntes, agindo sempre com prudência.

    Protegei, ó Senhor, os jovens que dirigem e dai-lhes um coração sempre voltado à vida. Que possam descobrir vossa presença viva no mundo e respeitem a todos. Que cresçam sempre guiados pelo vosso Espírito para que sejam os protagonistas da nova sociedade do terceiro milênio.

    Confortai, ó Senhor, as famílias que perderam as pessoas queridas, vítimas do cruel trânsito brasileiro. Dai-lhes a esperança necessária para viverem em vossa presença sem condenação ou rancor.

    Que possamos, Senhor, descobrir vossa presença na natureza e um tudo o que nos rodeia, amando assim cada vez mais a vida.

Amém!

O Padroeiro
O Padroeiro
SÃO CRISTÓVÃO
Protetor dos viajantes
A figura mais frequente de São Cristóvão é representada por um gigante barbudo, que carrega o Menino Jesus nos ombros, ajudando-o a atravessar um rio; o Menino segura o mundo nas pontas dos dedos, como se brincasse com uma bola. Esta imagem remonta a uma das lendas hagiográficas mais famosas sobre a vida do Santo, martirizado em 25 de julho em Anatólia, na Lícia. Segundo esta tradição, seu verdadeiro nome era Reprobus, um gigante que queria prestar serviço ao rei mais poderoso do mundo.
Ao chegar à Corte de um rei, que achava ser invencível, pôs-se ao seu serviço. Mas, certo dia, percebeu que o rei, ao escutar o canto de um trovador que falava do diabo, fez o Sinal da Cruz. Então, perguntou-lhe porquê. E o rei lhe respondeu que tinha medo do diabo e que todas as vezes que o ouvia falar em seu nome, fazia o Sinal da Cruz para buscar proteção.
Desta forma, o diabo pôs-se a procurar o diabo, que pensava que fosse mais poderoso que o seu rei. Não demorou muito e o encontrou; assim, pôs-se a servi-lo e a segui-lo. Porém, um dia, passando por uma rua onde havia uma cruz, o diabo desviou seu caminho. Então, Reprobus perguntou-lhe porquê havia agido desta maneira. E o diabo foi obrigado a admitir que Cristo tinha morrido na Cruz; por isso, diante da Cruz, tinha que fugir de medo.
Por fim, Reprobus deixou o diabo de lado e pôs-se à busca de Cristo. Certo dia, encontrou um eremita que lhe sugeriu construir uma cabana às margens de um rio, cujas águas eram perigosas, e colocar-se à disposição das pessoas a atravessá-lo, uma vez que tinha uma estatura gigantesca.
Um belo dia, o bom gigante ouviu uma voz de criança, que lhe pedia ajuda: era um menino que queria atravessar o rio. Então, o gigante o colocou sobre os ombros e o carregou para o outro lado daquele rio perigoso. Enquanto fazia a travessia, o peso daquela criança aumentava cada vez mais, tanto que, com muito custo, conseguiu chegar à outra margem. Lá, o menino revelou sua identidade: era Jesus e o peso, que havia carregado, era o do mundo inteiro, salvado pelo sangue de Cristo.
Esta lenda, além de inspirar a iconografia ocidental, fez com São Cristóvão fosse invocado como Padroeiro dos barqueiros, peregrinos, viajantes e motoristas.
Um Santo cinocéfalo
No Oriente, São Cristóvão é, geralmente, representado com a cabeça de cão, como testemunham muitos ícones existentes em São Petersburgo e Sofia. A iconografia do santo cinocéfalo, segundo alguns, demonstra que se trata de um culto surgido em âmbito helênico-egípcio, com clara referência ao culto a deus Anúbis. Outra hipótese seria ainda bem mais plausível e complexa: Reprobus se teria alistado no exército romano e se teria convertido ao cristianismo com o nome de Cristóvão. Ao ser denunciado pelo seu apostolado entre os pelotões, foi conduzido diante de um juiz que fez todas as tentativas para que renunciasse a Cristo; tendo resistido, foi, por fim, decapitado. Logo, Cristóvão “carregou Cristo” em seu coração até ao martírio, como o jumento carregou Cristo a Jerusalém, no dia de Ramos.
Por este motivo, ter-se-ia difundido no Oriente, inicialmente, o costume de representar Cristóvão com a cabeça de jumento, que, depois, teria mudado para uma cabeça de cão. Trata-se, porém, de uma iconografia existente no âmbito cristão, sem nenhuma relação com cultos pagãos.
Protetor da vista
Segundo a Lenda Dourada, o martírio de Cristóvão aconteceu em Anatólia, na Lícia. O Santo resistiu às torturas com hastes de ferro e metal incandescentes. Até as flechas que lhe atiraram, ficaram suspensas no ar; uma delas, voltou e transpassou o olho do soberano, que lhe havia ordenado o suplício. Assim, o rei mandou decapitar Cristóvão. Mas, antes de morrer, disse-lhe: “Banhe os olhos com o meu sangue e ficará curado”. O rei recuperou a visão e se converteu. Desde então, São Cristóvão foi invocado contra as doenças da vista. https://www.vaticannews.va/pt/santo-do-dia/07/25/s–cristovao–martir.html

 
 
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