MATRIZ
PARÓQUIA SENHORA SANT ANA
Administrador Paroquial:

Padre Sandro José Brandt


Vigário Paroquial:

Padre José Lauro Gonçalves Gomes


Horários de Missa
  • Segunda-feira 19h
  • Quarta-feira 15h e às 19h MIssa e novena de N. Sra do Perpétuo Socorro
  • Quinta-feira 12h com novena de São José Operário
  • Sexta-feira 19h
  • Sábado 19h
  • Domingo 9h e às19h
Especial
  • Terça-feira 19h Louvor da Renovação Carismática
  • Quinta-feira Adoração apartir das 9h da manhã até às 5h da tarde
  • Quinta-feira 15h oração do terço da misericórdia

Endereço
Rua Padre Nicolau Baltazar, 147
Castro - Centro


Contato
42 3232-5494 WhatsApp: (42) 98417- 9787
matrizsantanacastro@gmail.com
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Histórico

Aos 21 de Outubro de 1751, os Frades Carmelitas iniciaram suas atividades pastorais na então minúscula Freguesia de Senhora SantAna, como era chamada. 

Nesse mesmo ano o Revmo. Frei Bento Rodrigues de Santo Ângelo foi designado Cura das almas dessa região. Para tanto, aproveitou-se do pequeno oratório, de pau-a-pique, erigido no Pouso do Iapó.

De inestimável valor foram as presenças dos Padres Jesuítas (1770), dos Frades Franciscanos Portugueses, e do então bispo de São Paulo, Dom Frei Manoel da Ressurreição para o rápido crescimento moral, intelectual e espiritual da Freguesia.

E assim, aos 19 de Março de 1774, criou-se oficial e canonicamente a Paróquia da Senhora SantAna de Castro.

 Desde o padre Ladislau Maibuk (1936) e depois padre Nicolau Przybycien, a Paróquia SantAna é administrada pastoralmente pelos padres diocesanos do Clero Secular. 

A Igreja Matriz de SantAna é um marco histórico, religioso e cultural da região de Castro. Apresenta as marcas da arquitetura do tempo do Brasil Colonial e Imperial.

 

Criação da Paróquia SantAna : 19 de Março de 1774.


 PÁROCOS ANTERIORES

1. Pe. Frei José de Santa Teresa de Jesus. 1774 – 1794.

2. Pe. Frei Nuno de Campos Bicuso e Silva. 1794 – 1795.

3. Pe. Frei Thomé Alves de Castro. 1795 – 1797.

4. Pe. Frei José Loureiro de Almeida. 1797 – 1809.

5. Pe. Frei Joaquim Manoel Fiúza. 1809 – 1813.

6. Pe. Frei Joaquim de Almeida Leite. 1813 – 1819.

7. Pe. Frei José Correa Leite da Silva. 1819 – 1821.

8. Pe. Frei Antônio Pompeo Paes. 1821 – 1833.

9. Pe. Frei José Loureiro da Silva. 1833- 1835.

10. Pe. Frei Manoel Quintiliano Teixeira. 1835 – 1840.

11.  Pe. Frei Ignácio de Almeida Faria e Souza. 1840- 1843.

12.  Pe. Frei Damasco José Correa. 1843-1879.

13.  Pe. Frei Braz Magali. 1879-1881.

14.  Cônego Sizenando da Cruz Dias. 1881-1894.

15.  Pe. João Batista de Oliveira. 1894-1895.

16.  Pe. João Batista Vannese. 1895-1896.

17.  Pe. Matheus Francisco Bonato. 1896-1897.

18.  Pe. Casimiro Andrejewski. 1897-1920.

19.  Pe. Ângelo Maccagnani. 1920-1921.

20.  Pe. João Batista Pellanda. 1921 – 1924.

21.  Pe. Henrique Adami. 1924-1925.

22.  Pe. João Lona. 1925-1934.

23.  Pe. Jerônimo Mazzarotto. 1934-1936.

24.  Pe. Ladislau Maibuk. 1936-1939.

25.  Pe. Nicolau Przybycien. 1939 – 1989.

26.  Pe. José Lauro G. Gomes. 1989 – 1990.

27.  Pe. Pedro Gavlak. 1991 – 1993.

28.  Pe. Manssueto Pontarollo. 1994 – 1999.

29.  Pe. José Sioffi – 2000.

30.  Pe. Jaime Rossa – Adm. Paroquial – 2000 – 2001.

31.  Pe. Noé Borges Vieira. 2002- 2003.  

32.  Pe. Moacir Gomes. 2003- 2004.  

33.  Pe. Abrão Becher. 2005.

34.  Pe.  Jorge Casimirski . 2006

35.  Pe. Sandro Brandt . 2009 -2016

36. Pe. Ademir da Guia Santos 2016-2017

37.Pe. Martinho Luiz Hartmann 2017 – 2021

38. Pe. Sandro José Brandt 2022


 SACERDOTES ORIGINÁRIOS DA PARÓQUIA.

Pe. Alfeu Martins de Azambuja e Souza.

Pe. José Bavoso.

Pe. Juarez de Mattos Telles.

Pe. Wilson de Morais

Pe. Alexandre Spena


Comunidade / Padroeiro (a) Localidade

01 Matriz: Sant’Ana - Centro - Castro

02 Nossa Senhora da Piedade - Abapan

03 Nossa Senhora da Luz - Ribeiraõzinho

04 Senhor Bom Jesus - Vargem Grande

05 Nossa Senhora Aparecida - Água Branca

06 Nossa Senhora da Guia - Gramas

07 Nossa Senhora Aparecida - Palmito

08 Senhor Bom Jesus - Olho D’Água

09 Santo Antônio - Alecrim

10 São Miguel - Catanduva de dentro

11 Sant’Ana - Herval do Xaxim

12 Nossa Senhora do Rosário de Fátima - Hervalzinho

13 Nossa Senhora da Salete - Rio Bonito

14 Nossa Senhora Aparecida - Ribeira

15 Santa Rita - Santa Rita

16 Senhor Bom Jesus - I.T.C.F.

17 Nossa Senhora de Lurdes - Grutas

18 São João Batista - Aparição

19 Santo Antônio - Santa Leopoldina

20 Nossa Senhora do Rocio - Jardim Bela Vista

21 Nossa Senhora do Carmo - Castro (Desativada)

22 Senhor Bom Jesus - Fundão


Coordenadores das Pastorais e Movimentos 

C.P.C,: Suzana - 99971-7354

Pastoral Econô.: João Marim - 99936-5230

Apostolado da Oração: Mara Bavoso - 99912-8161

Ministros da Comunhão: Ademir e Júlio - 99932-5231/99958-6414

Pastoral do Batismo

Pastoral Jovens: Geverton -  99931-3275

Vicentinos: Dóris - 99147-5413

Legião de Maria: Izabel Beck - 99966-9417

Capelinhas: Elisabeth Dallarmi - 99978-1858

Pastoral do Dizimo: Joaquim - 99929-1173

Liturgia: Neusa e Luciane - 99925-1799/9995-8837

Música: Diac. Ricardo

R.C.C: Cesar Gonçalves - 99982-8777

Catequese Aluza , Marisa e Angela - 9984-8236/9916-8205/9976-3471

Nipo Brasileira:  Marisa kikuti- 99916-8205

Consagradas: Glaucia - 99971-6772

Pastoral Vocacional: Suzana e Renata - 99971-7354/9805-3556

Coroinhas: Sandro e Melissa - 99874-9020

E.C.C: Leandro e Regiane - 99161-7880

Secretaria do CPC: Giovana Ribeiro - 9983-6937

M.F.C: Jocimere - 99910-8209

Terço da Misericordia: Fátima Hampf - 98822-9275

Pascom: Renata Macedo - 99961-3508

Catequese de Adutos: Angela Urbanski99976-3471

Pastoral da Acolhida:  André e Tami - 99923-4343

Rosário Perpétuo: Rita Spena - 99937-6366



O Padroeiro
O Padroeiro
SENHORA SANT´ANA
Santa Ana ou Sant'Ana é a mãe de Nossa Senhora e avó de Jesus. Sobre ela, porém, há poucos dados biográficos. As referências que chegaram até nós sobre os pais de Maria foram deixadas pelo Proto-Evangelho de Tiago, um livro escrito provavelmente no primeiro Século e que não faz parte dos Evangelhos Canônicos, ou seja, aqueles reconhecidos pela Igreja como oficiais. Porém, o Evangelho de Tiago é uma obra importante da antiguidade e citada em diversos escritos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa.
O nome a descendência de Santa Ana
O nome “Ana” vem do hebraico “Hanna” e significa “graça”. Santa Ana era de família descendente do sacerdote Aarão. Ela era esposa de um santo: São Joaquim que, por sua vez, era descendente da família real de Davi. Nesse casamento estava composta a nobreza da qual Maria seria descendente e, posteriormente, Jesus.
Um casal comum
Santa Ana se casou jovem como toda moça em Israel naquele tempo. A tradição diz que São Joaquim era um homem de posses e bem situado na sociedade. Ambos viviam em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje está a Basílica de Santana. O casal se relacionava com pessoas de todo Israel, especialmente nas festas em Jerusalém.
A esterilidade de Santa Ana
Santa Ana, porém, tinha um grave problema: era estéril. Não conseguia engravidar mesmo depois de anos de casada. Em Israel daquele tempo a esterilidade era sempre atribuída à mulher, por causa da falta de conhecimento. A mulher estéril era vista como amaldiçoada por Deus. Por isso, Santa Ana sofreu grandes humilhações. São Joaquim, por sua vez, era censurado pelos sacerdotes por não ter filhos. Tudo isso fazia com que o casal sofresse bastante.

A concepção milagrosa de Maria
Santa Ana e São Joaquim, porém, eram pessoas de fé e confiavam em Deus, apesar de todo sofrimento que viviam. Assim, num dado momento da vida, São Joaquim resolveu retirar-se no deserto, para rezar e fazer penitência. Nessa ocasião, um anjo lhe apareceu e disse que suas orações tinham sido ouvidas.

Ao mesmo tempo o anjo apareceu também a Santa Ana confirmando que as orações do casal tinham sido ouvidas. Assim, pouco tempo depois que São Joaquim voltou para casa, Ana engravidou. Parece que através do sofrimento, Deus estava preparando aquele casal para gerar Maria, a virgem pura concebida sem pecado.

O nascimento de Maria
Segundo a Tradição cristã, no dia 8 de setembro do ano 20 a. C., Santa Ana deu à luz uma linda menina à qual o casal colocou o nome de Miriam, que em hebraico, significa “Senhora da Luz”. Na tradução para o latim ficou “Maria”. A vergonha tinha ficado para trás. E daquela que todos diziam ser estéril nasceu Nossa Senhora, a mãe do Salvador.
Santa Ana e São Joaquim são de fundamental importância na História da Salvação. Não só pelo nascimento de Maria, mas também pela formação que deram à futura Mãe do Salvador.

Devoção à Santa Ana
A devoção a Santa Ana e São Joaquim é muito antiga no Oriente. Eles foram cultuados desde o começo do cristianismo. No século VI a devoção a eles já era enraizada entre os fiéis do Oriente. No Ocidente, o culto a Santana remonta ao século VIII. Em 710, as relíquias da avó de Jesus foram levadas de Israel para Constantinopla e, de lá, foram distribuídas para várias igrejas. A maior dessas relíquias ficou na igreja de Sant’Ana, em Durem, Alemanha.
No ano de 1584, o Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant’Ana em 26 de Julho. Na década de 1960 o Papa Paulo VI juntou a esta data a comemoração de São Joaquim. Por isso, no dia 26 de julho comemora-se também o “Dia dos Avós”.

Aparição de Santa Ana em Auray, na França
Em 1625 um fato extraordinário mudaria o foco da devoção a Santana. No vilarejo de Auray, na França, ela apareceu a um homem chamado Yves Nicolazic. Na aparição Santana disse: “Yves Nicolazic, não temas. Eu sou Ana, mãe de Maria. Dize a teu pároco que neste local da Terra, chamado Bocenno, existia, outrora, uma capela que me era dedicada, e isso, antes mesmo que houvesse qualquer aldeia por aqui. Era a primeira capela erguida em toda a região. Ela foi destruída há 924 anos e seis meses. Desejo que uma nova capela seja erguida neste local, o mais depressa possível, e que cuideis dela, porque Deus quer que eu seja honrada nesta área."
Yves Nicolazic obedeceu e levou o povo do vilarejo ao local indicado por Santana. Lá, encontraram a antiga imagem, tal qual Santana havia dito. O bispo da diocese de Vannes, Dom Rosmadec, mandou investigar os fatos. Os estudiosos confirmaram tudo que fora anunciado por Santana.
Yves Nicolazic tornou-se construtor. Ele foi pedreiro e mestre de obras na construção da Igreja de Santana em Auray.
O papa João Paulo II fez uma visita a Auray em 1996. Depois disso, o número de peregrinos subiu para cerca de 800 mil pessoas por ano.
Santa Ana padroeira dos avós
Santana é a padroeira dos avós. Mas também é invocada pelas mulheres que não conseguem engravidar. Santana é também a padroeira da educação, tendo educado Nossa Senhora e influenciado profundamente na educação de Jesus.

Santa Ana, avó de Jesus. Ela sabe dar o carinho e atenção das avós. Ela conhece o aconchego que só as avós podem dar aos netos. Por isso, recorramos a Sant Ana com confiança. Com a mesma confiança que nos aproximamos de nossas tão queridas avós para pedir as graças que precisamos.
Fonte https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-ana/61/102/
 
 
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